Quanto custa criar um site profissional em Campinas em 2026?
O preço de um site profissional depende de páginas, textos, fotos e recursos. Veja o que muda o valor, o que pedir no orçamento e como comparar propostas.
Por Oberdan Sevá · publicado em · 7 min de leitura
Quem pesquisa “quanto custa um site” costuma encontrar valores que vão de quase nada a uma fortuna, sem explicação. Isso acontece porque “site” é uma palavra só para coisas muito diferentes: uma página simples com o contato do negócio e uma loja virtual com estoque e pagamento são produtos distintos, com trabalhos distintos.
Este guia não tenta chutar um valor. Ele mostra o que faz o preço subir ou descer, quais custos aparecem depois da entrega e como comparar orçamentos pelo que cada um entrega, que é a única comparação que vale.
A resposta curta
O preço de um site depende do que ele precisa fazer pelo seu negócio. Um site que apresenta o que você faz, aparece na busca da sua região e leva o visitante ao WhatsApp é um trabalho. Um site com agendamento, área do cliente e integração com sistemas é outro, bem maior.
Por isso, desconfie de qualquer número dado antes de alguém entender o seu negócio. Um orçamento honesto começa com perguntas: o que você vende, para quem, em qual cidade, o que já existe e o que precisa acontecer quando o visitante chega.
A pergunta mais útil não é “quanto custa um site?”, e sim “quanto custa o site que resolve o meu problema?”. Para responder, é preciso conversar. O diagnóstico gratuito existe justamente para isso.
O que muda o preço de um site
Os itens abaixo são os que mais pesam na conta.
Quantidade e tipo de páginas. Uma página única é diferente de um site com uma página para cada serviço. Páginas por serviço dão mais trabalho, mas costumam trazer mais resultado, porque cada uma responde a uma busca diferente no Google.
Textos. Texto bom é o que mais converte e o que mais dá trabalho. Alguém precisa entender o seu negócio e escrever do ponto de vista de quem vai comprar. Se o orçamento não menciona textos, pergunte quem escreve.
Fotos e vídeos. Imagem genérica de banco de fotos funciona pouco. Fotos reais da sua equipe, do espaço e do trabalho passam confiança, e vídeos comerciais reforçam isso. Se o material ainda não existe, ele entra na conta.
Recursos. Formulário de contato, botão de WhatsApp, mapa, agendamento, catálogo, blog, loja e áreas restritas aumentam o trabalho de montar e de testar.
Medição. Saber quantas pessoas chamaram no WhatsApp depois de visitar o site exige configuração. Sem isso, você paga pelo site e continua sem saber se ele funciona.
Prazo. Pressa costuma custar mais, porque desloca outros trabalhos.
Quem faz. Um freelancer, uma agência pequena e uma agência grande têm estruturas diferentes, e isso aparece no valor e no que vem junto. O ponto não é qual é “melhor”, e sim se a entrega combina com o que você precisa.
Construtor, WordPress ou código próprio
Existem três caminhos comuns, cada um com vantagens e custos diferentes.
- Construtores de site (os de arrastar e soltar) são rápidos de montar e têm entrada mais simples. Em troca, oferecem menos liberdade, podem ficar pesados no celular e prendem o site à plataforma.
- WordPress é flexível e tem muitos recursos prontos. Exige manutenção: atualizações, segurança e plugins que precisam ser acompanhados. Sem cuidado, fica lento e vulnerável.
- Código próprio (sites leves, geralmente gerados em páginas estáticas) costuma ser o mais rápido e o mais seguro, porque tem pouca coisa para dar problema. Depende de um profissional para alterações maiores.
Não existe resposta única. Um negócio que muda de texto toda semana pode preferir um painel simples. Um que depende de velocidade no celular e de aparecer bem na busca costuma se beneficiar de um site leve. Peça a quem orça que explique por que escolheu aquele caminho para o seu caso.
Custos que vêm depois do site
O valor do site em si não é a única conta. Pergunte, antes de fechar, o que é cobrado depois da entrega:
- Domínio (o endereço, como seunegocio.com.br): é pago de forma periódica e precisa estar no seu nome.
- Hospedagem: onde o site fica armazenado. Pode ser cobrada por mês ou por ano.
- E-mail profissional, se você quiser contato@seunegocio.com.br (abre em nova aba).
- Manutenção e atualizações: corrigir, trocar textos, atualizar o que envelhece.
- Tráfego e SEO: o site é a base, mas quem encontra o seu negócio vem de anúncios e da busca local, que são trabalhos à parte.
Um orçamento claro lista o que está incluído, o que não está e quem paga cada coisa.
O que um site profissional precisa ter
Independentemente do preço, estes pontos são o mínimo para um site cumprir o papel dele:
- carregar rápido no celular, porque é por lá que a maioria visita;
- dizer logo no começo o que você faz, para quem e em qual região;
- ter o telefone e o botão de WhatsApp sempre à vista;
- ter uma página para cada serviço principal, com título e descrição próprios;
- estar ligado ao seu perfil no Google, com as mesmas informações;
- ter política de privacidade e formulário que respeitem a LGPD;
- usar HTTPS (o cadeado no endereço);
- estar no seu nome, com acesso entregue a você.
Como comparar orçamentos
Para comparar de verdade, peça para cada empresa a mesma coisa e coloque as respostas lado a lado.
- Escreva um resumo do que você precisa, com o que vende, a região e o que o visitante deve fazer no site.
- Peça o escopo por escrito: número de páginas, quem escreve os textos, quem fornece as fotos, quais recursos entram.
- Compare o que está incluído, e não só o valor. Um orçamento mais barato que deixa de fora textos, medição e suporte pode sair mais caro no fim.
- Pergunte sobre prazo e revisões: quantas rodadas de ajuste, e o que acontece se você pedir algo novo no meio.
- Confirme a propriedade: domínio, hospedagem e arquivos no seu nome, com acesso entregue.
- Veja trabalhos reais. Abra os sites que a empresa fez, no celular, e veja como carregam. Aqui estão os cases da Dezbarradez.
Sinais de alerta
- Preço muito abaixo dos demais, sem escopo claro. Normalmente algo importante ficou de fora.
- Domínio ou hospedagem no nome de quem fez o site. Se vocês se desentenderem, o site pode ficar preso.
- “Site pronto em um dia” sem conversar com você. Sem entender o negócio, o resultado é um modelo genérico.
- Promessa de primeira posição no Google. Ninguém controla o ranking, e quem garante isso está vendendo ilusão.
- Contrato de fidelidade longo para um site. Site é um projeto com começo, meio e fim. Se houver recorrência, ela deve ser por serviços claros, como manutenção ou anúncios.
Perguntas frequentes
Preciso de site se já tenho Instagram? O Instagram ajuda a mostrar o trabalho, mas a busca no Google funciona de outro jeito: quem procura “dentista em Campinas” ou “orçamento de reforma” chega a sites e perfis do Google. Além disso, o site é seu, e a rede social pode mudar as regras a qualquer momento.
Quanto tempo leva para fazer? Depende de quanto material já existe. Com textos e fotos prontos, um site enxuto anda rápido. Quando é preciso escrever, fotografar e revisar, o prazo aumenta. Peça o cronograma por escrito.
O site já vem aparecendo no Google? Um site bem feito ajuda, mas aparecer na busca depende também do perfil no Google, das avaliações e, quando faz sentido, de anúncios. É um conjunto de trabalhos.
Dá para começar pequeno e crescer depois? Dá, e muitas vezes é o melhor caminho. Comece com as páginas que respondem às buscas mais importantes e acrescente conforme o resultado aparece.
Resumindo
Não existe preço único para um site profissional, porque cada negócio precisa de uma coisa diferente. O que existe é escopo claro, custos recorrentes explicados e entrega no seu nome. Compare orçamentos por aquilo que cada um inclui, desconfie de promessas fáceis e veja trabalhos reais antes de decidir.
Se você quer saber o que o seu negócio precisa e quanto isso custa, comece pelo diagnóstico gratuito de 30 minutos. Também dá para falar com a gente e contar o que está procurando.